Monthly Archives: Agosto 2016

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A.A. NO BRASIL – ÁREA 14 – SANTA CATARINA

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A. A. NO BRASIL
ÁREA 14
SANTA CATARINA

Esse tema foi aprovado para nossa XXXIX Conferência de Serviços Gerais de 2015, visando um ano de estudo e reflexão por parte de cada um dos Membros de A. A. do Brasil.
Para se reportar a um tema tão importante quanto esse, no vimos obrigados a voltar um pouco no tempo e rememorar como tudo começou no Brasil. Alcoólicos Anônimos iniciou suas atividades no Brasil em 05 de Setembro de 1947. Teve sua caminhada cíclica, cujos períodos evolutivos poderíamos nomear como formação, ambientação, irradiação, crescimento, consolidação, normatização e estruturação, que foram gloriosamente ultrapassados. Os ciclos de formação, ambientação e irradiação, foram de 1947 a 1969. Os ciclos de crescimento e consolidação ocorreram de 1969 a 1976. O ciclo da normatização, foi de 1976 a 1982. O ciclo da estruturação iniciou-se em 1982.
As raízes da ideia da CSG brasileira nasceram com o surgimento do CLAAB (Centro de Distribuição de Literatura de A. A. para o Brasil) em 20.09.1969, quando, além de divulgar os princípios da Irmandade, tornou-se o escritório brasileiro de contatos e informações de A. A. Nos anos que se seguiram ao início das atividades do CLAAB, a Irmandade, através dos conhecimentos obtidos pelas literaturas oficiais, passou a se preocupar e a se interessar com o propósito da unidade e de uma orientação nacional centralizada. Em 1976, mais de seis anos após o surgimento do CLAAB, a preocupação da unidade nacional já havia sido enriquecida pela experiência e, em fevereiro daquele ano, em Assembleia Geral, em São Paulo, com a presença de 20 representantes de 15 Estados, foi criado a Junta Nacional de Alcoólicos Anônimos do Brasil – JUNAAB, órgão que seria o executor das decisões emanadas da CSG. A primeira Conferência foi marcada para 1977, em Recife (PE), juntamente com IV Conclave Nacional de A. A.. Assim, a CSG de A. A. no Brasil, materializou-se, em função primeira, da necessidade de unidade, ficando a preocupação de autoadministração, a ser obtida através da consecução e aperfeiçoamento do objetivo primeiro, da forma como mostra as Tradições – a unidade vem antes da delegação e responsabilidade.
Para se ter uma dimensão desses receios, há de se verificar que já na 1ª. Conferência, em Recife (PE), a então Comissão de Política e Admissões recomendara aos delegados estaduais que selecionassem em seus estados, membros de A. A. e pessoas não alcoólicas para preencherem as vagas na JUNAAB, de servidores alcoólicos e não alcoólicos – consultores com assento na CSG, mas sem direito a voto. Na IIa. Conferência, em Belo Horizonte (MG), recomendou-se adiar por um ano a inclusão dessa classe de servidores no serviço. Na IVa. Conferência em Porto Alegre (RS), recomendou-se a eleição dos membros custódios. Na Va. Conferência, em São Paulo (SP) já no ano de 1981, decidiu-se finalmente pela reforma estatutária, até então não executada, nomeando-se, na oportunidade, uma comissão especial para proceder a elaboração do anteprojeto. Em 1982 na VIa. Conferência, realizada em Fortaleza (CE), aprovou-se no alvorecer do dia, a reforma estatutária tão necessária que possibilitaria a Irmandade no Brasil, caminhar estruturada mente. Em 1983, na VIIa. Conferência, em São Paulo (SP), elegeu-se a primeira Junta de Custódios, que comporia a Junta de Serviços Gerais de Alcoólicos Anônimos do Brasil. Traduziu-se a e adaptou-se, as pressas, o Manual de Serviços dos Estados Unidos e Canadá, bem como o Manual dos Doze Conceitos para Serviços Mundiais, instrumentos necessários à implantação da estrutura de serviços.
Pela primeira vez na história de Alcoólicos Anônimos do Brasil tinha a seu serviço três servidores não alcoólicos, alvos naquele momento, da grande desconfiança dos Aas de norte a sul do País. Em 1984 na VIIIa. Conferência, em Blumenau (SC), a Junta de Custódios foi empossada. A presença dos não alcoólicos, com uma participação marcante, dissipou totalmente toda e qualquer dúvida a respeito. Na XIVa. Conferência foi aprovada as modificações dos estatutos da JUNAAB e do Manual de Serviços. A Junta começa a ter um rodizio normal de um terço de seus membros, conforme orientação contidas nos Conceitos de A. A. e no Manual de Serviços. Na XIXa. Conferência acontece à dissolução do CLAAB, passando seus bens para a JUNAAB. Na XXIXa. Conferência foi aprovada várias modificações do Manual de Serviços, mas o nosso ciclo estrutural continua e, na XXXVIa. Conferência de Serviços Gerais de 2012, demos um passo bastante significativo em termos de Estrutura de A. A. no Brasil, sendo aprovada a nova edição do Manual de Serviços, onde consta a nossa atual Estrutura de A. A.. Os serviços locais foram desmembrados e fazem parte de Guia de A. A., assim como o capítulo concernente ao CTO, que está inserido no guia correspondente. Nesse Manual foi também retirada a estrutura do “setor” da forma como era preconizada, passando a existir de forma experimental quando for necessário na formação de novas áreas. A identificação das áreas através da numeração foi um avanço, assim como a possibilidade de uma área abranger mais de uma unidade da federação.
Outra mudança significativa está expressa no número de delegados por área na CSG que passou para 01 (um). O objetivo é tomar o modelo da CSG e Brasil, mais próxima da estrutura da célula mãe de A. A. (Estados Unidos Canadá).
É oportuno ressaltar que temos como parte integrante dessa estrutura – os Grupos de A. A. – A VOZ FINAL DA IRMANDADE. “À responsabilidade final e a autoridade suprema para o serviço mundial recaem sobre os grupos e não aos custódios da Junta de Serviços Gerais ou sobre o ESG”. (Conceito I). Temos Comitês de Distrito formados pelos grupos de A. A.. Temos ainda os Comitês de Área, onde são regimentados os serviços locais, entre os quais, a formação dos ESLs, cuja existência caracteriza-se como personalidade Jurídica em A. A.
Várias modificações foram feitas no Manual de Serviços, procedimentos esses, a nosso ver, que completa o ciclo estrutural da Irmandade. A Complementação desse ciclo evolutivo, onde na nova estrutura de A. A. no Brasil, toda a experiência adquirida ao longo do tempo, será instrumentalizada e canalizada para a prática do propósito primordial de Alcoólicos Anônimos.

(Fonte de Informação: Texto copilado do Relatório da XXXIX Conferência de Serviços Gerais – Página: 129 – 130)

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REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A.A. NO BRASIL – ÁREA 13 – RIO GRANDE DO NORTE

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A. A. NO BRASIL
ÁREA 13
RIO GRANDE DO NORTE

Observando-se as alterações contida no Manual de Serviço – 2012 (em vigor), onde ao longo do tempo, nos fazer perceber algumas reflexões: Capítulo I – O Grupo de A. A. muda-se o “representante do CTO” pra Coordenador do CTO”; no Capítulo II – O Distrito, sua estrutura deve ser composta por “RSG” e “MCD”, todos com direito a voz e voto. Outro exemplo, no organograma descritivo de seu Comitê de Área, é composto de: MCD’s, MCA, Secretário, Tesoureiro, Delegado. No Capítulo III, traz no seu bojo o Conceito de Área, como sendo: “o espaço geográfico dentro do qual se localiza um número adequado de distritos – adequado em termos de habilidade do membro do comitê de manter-se em contato frequente com eles, para conhecer os seus problemas e a forma de contribuir para seu crescimento e bem estar. Área com grande número de distritos e/ou grande extensão territorial poderá descentralizar-se em espaços geográficos menores, formando setores”.
Acrescentando ainda que: “A formatação do quantitativo e abrangência geográfica dos setores será definida de acordo com autonomia e necessidade de cada Área. Após um período experimental, de no mínimo um ano, obtendo-se um resultado positivo no funcionamento, estes setores poderão se transforma em novas Áreas”.
A nova estrutura veio para melhorar tanto a Unidade, quanto, principalmente o nosso propósito primordial, a transmissão da mensagem de Alcoólicos Anônimos, dando maior assistência aos Grupos que estão localizados em Área distantes das zonas centrais, eliminando as fronteiras que impediam a aproximação entre Áreas, Distritos e os próprios Grupos (uma quebra do paradigma de regionalização).
Uma vez alcançada esta nova estrutura, para mantê-la, se faz necessário um cabedal de ferramentas que possibilite consolidar os objetivos propostos. Passando pelas várias formas de Comunicação; fortalecendo a Estrutura da nossa Irmandade (importante); apadrinhamento dos novos servidores; conhecimento e aprofundamento da nossa Literatura; por último, porém, não menos relevante o nosso CTO, “cumprindo eficazmente o Terceiro Legado (serviço)”.
A Área 13/RN, se enquadra nessa nova estrutura e paulatinamente está caminhando na direção certa para a solução de nossos problemas e necessidades. Para isso, é necessário que estejamos em unidade, com fé e esperança nos companheiros que queiram melhorá-la. Graças ao Poder Superior, já estamos bem adiantados em busca do crescimento desejável e responsável. Atualmente, e já há bastante tempo, trabalhamos conjuntamente Área/ESL (sede), com um objetivo precípuo de aplicar o Novo Conceito de Área e abraçarmos de vez, a NOVA ESTRUTURA DE A. A. NO BRASIL.

(Fonte de Informação: Texto copilado do Relatório da XXXIX Conferência de Serviços Gerais – Página: 128 – 129)

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A.A. NO BRASIL – ÁREA 12 – MATO GROSSO DO SUL

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A. A. NO BRASIL
ÁREA 12
MATO GROSSO DO SUL

Temos na medida do possível, através de ENCONTROS, INTERDISTRITAIS, REUNIÕES DE SERVIÇO, CICLOS DE ESTUDO, etc.
Inserido como subtemas os mais variados aspectos das mudanças realizadas na estrutura do AA brasileiro, no afã de ajudar a os nossos Companheiros (as), a entender as mudanças que foram realizadas.
Após várias reflexões, muitas a favor e outras contrárias, o entendimento da ÁREA 12 – MATO GROSSO DO SUL, é que essas modificações vieram para o melhor.
Se considerarmos que muitos outros alcoólicos poderão chegar até nós com a simplificação, ora em vigência… pois não existindo o regionalismo, facilita a criação de outras Áreas e Setores, sem a preocupação de se estar invadido o espaço de outro Estado da Federação.
Dessa forma então outros Grupos poderão a nascer, dando oportunidade ao alcoólico que ainda sofre nos encontrar.
A retirada do ESL do manual de Serviço foi providencial uma vez que, sendo um Órgão Jurídico, deve nortear suas ações pelas Leis do País.
SABEMOS QUE LEVARÁ ALGUM TEMPO PARA SE CONCRETIZAR COMO UM TODO, MUDANÇAS VIRÃO E SERÃO BEM RECEBIDAS.
O IMPORTANTE É TER EM MÃOS UMA FERRAMENTA EFICAZ PARA LEVAR A MENSAGEM AO NOSSO IRMÃO SOFREDOR.

(Fonte de Informação: Texto copilado do Relatório da XXXIX Conferência de Serviços Gerais – Página: 128)

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A.A. NO BRASIL – ÁREA 11 – AMAPÁ

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A. A. NO BRASIL
ÁREA 11
AMAPÁ

Observando o que possuímos em termos de estrutura de serviços de Alcoólicos anônimos no Brasil e fazendo uma breve comparação ao que tínhamos há poucos anos vemos que já demos alguns passos significativos nos trabalhos de A. A. em nosso país. Mas precisamos avançar, pois ainda existem muitas deficiências que precisam ser ajustadas, mas isto também faz parte do crescimento. Porém, não podemos usar as desculpas de que as tradições surgiram dos erros e acertos, precisamos compreender que naqueles dias quando começaram a escrever o livro Alcoólicos Anônimos, 12 passos e 12 Tradições eles tinham nada a não ser as 6 etapas dos grupos Oxford e suas próprias experiências. Imaginemos as dificuldades que eles tiveram, quatro anos para publicação do livro Alcoólicos Anônimos 11 anos para s tradições 27 anos para que estivesse pronta a Estrutura de serviços de Alcoólicos Anônimos.
Iniciamos a nossa estrutura Brasileira corretamente. Em abril de 1983, foi publicado o nosso primeiro manual de serviço Brasileiro, que era uma cópia do manual Americano e Mexicano e trazia o CONCEITO DE ÁREA original de Alcoólicos Anônimos, ou seja: “uma Área pode ser parte de um Estado, ou todo Ele, ou mais de um Estado.” Vejam que não podemos culpar os nossos antepassados pois eles nos entregaram certo, nós é que não fomos obedientes e nos desviamos da rota e até hoje ainda estamos meio que perturbados tentando inventar uma estrutura para o Brasil.
Por ocasião da realização da XX REDELA, foi provada a recomendação de nº 01 de Literaturas e Publicações, que trazia a seguinte recomendação: Que todos os países adequassem as suas estruturas à estrutura do Manual de Serviços EUA/CANADÁ.
Vale ressaltar que todos os países que adequarem suas estruturas a estrutura mãe cresceram, México, Venezuela, Colômbia, Inglaterra etc…, nós no Brasil estamos em queda livre, deixamos de ser a 3ª. estrutura mundial e passamos para a 4ª. e já somos praticamente a 5ª. pois Venezuela já está a nos ultrapassar.
Pois bem, voltemos lá no início quando tudo começou que eles não tinham nada para guia-los, mas mesmo assim deixaram tudo pronto para nós. Hoje nós não podemos mais estar justificando os nossos erros presentes, ao contrário deles no passado. Nós temos tudo nas mãos: 12 Passos, 12 Tradições, 12 Conceitos, Ata de Constituição da CSG, Garantias Gerais da CSG e uma gama de Literaturas para nos orientar, além de uma estrutura pronta. Então qual é o problema? A verdade é que nós não estamos querendo nos adequar, estamos sim é querendo inventar uma estrutura para o Brasil, assim como fizemos em 2001, ou seja, estamos dando continuidade a mesma estrutura de setores, indo de encontro, contrariando os nossos princípios, nossos legados. Precisamos nos adequar no nosso Conceito de Área ao Conceito original de alcoólicos anônimos, para podermos crescer, nosso conceito de Área aprovado não define o que queremos e nem para onde queremos ir.
Saímos da situação geopolítica que nos impedia de formar novas Áreas, mas adentramos na burocracia legal da formação de setores com ESLs, como condição para formação de novas Áreas, isto está totalmente contrário a todos os nossos escritos e a própria estrutura de Alcoólicos Anônimos. Vejamos o que diz a Ata de Constituição da CSG item 5 – as Assembleia de Área – composição – “Cada Área terá direito a uma assembleia, porém nas Áreas de grande população de A. A. e/ou cuja geografia apresente problemas de comunicação, poderão ser realizadas assembleias adicionais”… Memorando de Bill W. na CSG de 1961 dos EUA/Canadá: “O comitê de Admissões da Conferência (no Brasil CAC) deveria pesar cada pedido de um novo delegado, (e não de uma nova área) levando em consideração os principais fatores, da população, geografia e também gastos. Mas este processo de adicionar novos delegados deveria ser gradual, concentrando-se na reparação das falhas notadas e óbvias nas COMUNICAÇÕES locais. Devemos, se o nosso orçamento permitir, continuar a remediar as falhas óbvias nas comunicações locais, e isto é tudo. Deve mais uma vez ser enfatizado que a conferência não é um corpo político, necessitando de uma fórmula completamente rígida de representação. Desta forma necessitamos sempre é de Delegados suficientes na conferência, para fornecer um confiável grupo representativo de A. A. Porém, uma quantidade suficiente para assegurar boas comunicações locais.
Vamos fazer aqui alguns comparativos: EUA/CANADÁ 106 Áreas, será que todas essas Áreas tiveram que se tornar setores com escritórios legais para se transformarem em Áreas? Ou será que todas essas Áreas tem um escritório? Claro que não! Eles estão amparados no Conceito de Área de Alcoólicos Anônimos que lhes garantem a expansão. México 2008 Áreas com 08 grupos – Espanha/Barcelona/2014 Área com 07 grupos, estes são pequenos exemplos de estruturas que se utilizam com sabedoria do Conceito de Área original de Alcoólicos Anônimos. Quando nossos co fundadores instituíram este conceito de ÁREA eles não estavam preocupados com a expansão Legal e sim tradicional, com a comunicação local e distante, delegados saindo da CSG e levando os trabalhos da mesma a essas localidades de difícil acesso.
Nós no Brasil só precisamos parar de inventar e seguir o que já está pronto, nossa Conferência precisa atuar com sabedoria e adotarmos o que tão sabiamente foi deixado para nós. Desta forma, cresceremos.

(Fonte de Informação: Texto copilado do Relatório da XXXIX Conferência de Serviços Gerais – Página: 127 – 128)

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A.A. NO BRASIL – ÁREA 10 – SERGIPE

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A. A. NO BRASIL
ÁREA 10
SERGIPE

Qualquer mudança a ser implantada na estrutura de serviço de A. A. deve refletir sobre o que diz os nossos Doze Conceitos para o Serviço Mundial: “os futuros advogados das alterações da Estrutura terão que apresentar motivos fortes para as suas recomendações”. “Cada nova geração de servidores mundiais de A. A., com toda razão estará ansiosa para introduzir melhoramentos operacionais”. Tais alterações deveriam certamente ser feitas, e essas contingencias encaradas de frente. Deveríamos, entretanto, compreender que uma mudança não requer necessariamente assegurar progresso. No entanto mesmo que tentativas erradas sejam feitas, os referidos conceitos podem prover uma maneira segura de retornar são e salvo para uma operação equilibrada, que de outra maneira poderia levar anos de tropeços para ser percebida.
As diversas Estruturas de serviços locais de acordo com a capacidade e necessidade de expandir os serviços de Alcoólicos Anônimos, a fim de chegar a um alcoólico, através dos diversos meios de divulgação da mensagem, levou a necessidade de realizar mudanças na Estrutura de A. A. Brasileiro. No transcorrer do ano de 2010 as Áreas enviaram sugestões que juntamente com as sugestões da Junta de Custódios e respectivos Comitês culminaram no projeto atual. Adaptamos o nosso quadro de delegados ao da Estrutura mãe, elegendo um delegado por Área e abriu-se espaços geográficos e estruturais permitindo o desdobramento e a formação de novos grupos, diminuir a distância entre o alcoólico, o Grupo e os Órgãos de Serviços.
Aprendemos através da experiência que o serviço torna-se mais eficaz em uma Estrutura sólida. Através da Conferência de Serviços Gerais (CSG), recomenda-se aos Grupos que qualifiquem melhor seus servidores, escolhendo criteriosamente seus RSGs, proporcionando dessa forma a escolha de Delegados qualificados a atentos aos Serviços Gerais de A. A. como um todo. Entendemos também que precisamos talvez, rever a forma de escolher os Custódios, pois é preciso definir com clareza os diversos tipos de habilidades profissionais e financeiras, sempre requisitados para o quadro equilibrado de Custódios. Assegurando assim permanentemente a capacidade da Junta de Custódios na futura liderança. Entendemos também que deveríamos mostrar como os Custódios deveriam relacionar-se com as suas corporações de serviço ativo. Esses relacionamentos de forma geral estão indicados na Ata de Constituição da Conferência. Precisamos de forma detalhada formular e interpretar essa reflexão. Mesmo que a Estrutura atual pareça satisfatória e correta, no futuro poderemos detectar falhas que ainda não conseguimos perceber. No entanto esta Estrutura já requer um pouco de aperfeiçoamento e alteração consideráveis. Razão pela qual podemos em muitos aspectos, fazer uma rápida correção na Ata de Constituição através da Conferência da Estrutura mãe, recordando, contudo, que toda organização nossa atual está baseada numa grande experiência.
Por outro lado, temos algo a fazer nesse momento. Não podemos demorar a corrigir excesso adotados na nova Estrutura, justificar o crescimento através da Mensagem da recuperação de alcoólicos das camadas heterogêneas da sociedade, através das experiências compartilhadas de forças e esperanças dos Delegados na Conferência, vindos de todas as Regiões divididas em Áreas menores, oriundas de um Setor e ESL estruturado, garantindo-se à Conferência refletir a cada ano, introduzindo ajustes necessários no Manual de Serviço, Estatutos, Regimentos Internos ora existentes, normas de procedimentos e literaturas de A. A. Nesses dois anos não alcançamos ainda a experiência desejada, pois precisamos envolver participações maior de companheiros e Grupos pela liberdade de pensar, falar e agir livremente, que seja as ideias novas a solidificação da nova Estrutura de A. A., objetivando atender com maior eficácia a transmissão da Mensagem ao alcoólico que não conhece Alcoólicos Anônimos. A nova Estrutura do A. A. brasileiro objetivava a formação de novos Grupos e Distritos em Municípios aonde não chegou à mensagem de A. A. Perguntamos o que está acontecendo? Entendemos então que a formação de novas áreas surgiria da solidificação estrutural dos recém formados Grupos e Distritos. Alcançaríamos assim o crescimento ordenado de A. A., ampliando o raio de alcance do alcoólico que precisa da Irmandade.

(Fonte de Informação: Texto copilado do Relatório da XXXIX Conferência de Serviços Gerais – Página: 126 – 127)

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A.A. NO BRASIL – ÁREA 09 – GOIÁS

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A. A. NO BRASIL
ÁREA 09
GOIÁS

Para refletirmos um pouco, lembremo-nos da estrutura de A. A. Americano. As Áreas foram formadas para tornar fácil a representação dos grupos na Conferência de Serviços Gerais. Tudo isso ocorreu lá pelos anos de 1951 onde a intenção era de colocar a irmandade de A. A. nas mãos de membros de A. A. e facilitando com que a voz de A. A. fosse ouvida em toda a sua plenitude.
Após a criação das Área foi preciso criar o encargo de Delegado para poder representa-las. Foi definida a Área como um estado ou província, conforme seja necessário para servir a população de alcoólicos anônimos e apoiá-los em suas necessidades. As Áreas americanas no início foram classificadas em ordem alfabética de suas sedes, com raras exceções, como Área 01 para Alabama, noroeste da Flórida, para o Alaska fica a numeração da Área 02 e para Arizona Área 03.
No Brasil, a nossa estrutura desde a primeira Conferência em abril de 1977, na cidade de Recife-PE, a área foi definida como: “O estado geográfico dentro do qual se localiza um número adequado de Comitês de distritos, que equivale a uma unidade federativa”.
Exemplo: A Área de Goiás é identificada pelo nome do próprio estado.
No passado dois delegados eram eleitos, a cada ano um, com duração de dois (02) anos, sendo definidos como: Delegado de primeiro ano e Delegado de segundo ano.
Algumas Áreas com maior número de Distritos poderiam descentralizar-se em espaços geográficos menores, formando assim o Setor, que agrupa um número mínimo de 03 (três) Distritos. A sede daquele setor seria a dos Escritório de Serviços Locais (ESL).
Na Conferência de Serviços Gerais de 2010 redefiniu o Conceito de Área onde pudesse adequá-la as necessidades atuais de nossa estrutura. Sendo assim o seu texto: “Uma Área é o espaço geográfico onde se localiza um número adequado de Distritos – adequado em termos de habilidades dos membros dos Comitês de manter-se em contato frequente com eles, para conhecer os seus problemas e a forma de contribuir para o seu crescimento e bem estar”. Uma Área com grande número de Distritos e/ou grande extensão territorial poderá descentralizar-se em espaços geográficos menores, formando setores.
A decisão de aplicar o novo conceito de área em nossa estrutura tem demonstrado um crescimento ainda precoce, porém, com certeza poderemos vislumbrar a formação de novos distritos e aumento e fortalecimento dos grupos, possibilitando assim, alcançar o doente alcoólico.
Em Goiás sabemos a dimensão da nossa área territorial, a dificuldade pela qual passam alguns grupos em nível de estruturação, também sabemos a dificuldade de alguns servidores em seus encargos no intuito de cumprir com suas responsabilidades fielmente.
Uma das dificuldades que temos observado que serve como obstáculo no crescimento espiritual de alguns membros e que podemos destacar é a falta de leitura e interpretação de texto, algo muito comum utilizado nos tempos de estudo para quem pode ter a oportunidade de ir à escola no ensino médio. Esta dificuldade de leitura e interpretação aliada à ociosidade definida no quarto passo torna difícil ao membro de A. A. um crescimento harmonioso e uma melhora salutar, conforme consta no livro “A. A. atinge a maioridade”.
Finalizando, temos um caminho enorme pela frente e outras medidas com o passar do tempo serão necessárias e com certeza a Irmandade saberá o momento certo para implantá-las.
É o que podemos oferecer. Um forte abraço e mais 24 horas de sobriedade a todos.

(Fonte de Informação: Texto copilado do Relatório da XXXIX Conferência de Serviços Gerais – Página: 125 – 126)

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A.A. NO BRASIL – ÁREA 08 – RORAIMA

REFLETINDO A NOVA ESTRUTURA DE A. A. NO BRASIL
ÁREA 08
RORAIMA

Alcoólicos Anônimos é uma Irmandade simples e sem igual, como tal, não deve jamais ter qualquer organização (NOVA TRADIÇÃO), porém em se tratando de estrutura e para o bom andamento dos seus trabalhos e operacionalização junto à Conferência de Serviços Gerais (CSG), ou qualquer outro órgão de serviços, delineou-se uma nova forma para atender às peculiaridades de cada região.
Sendo assim, sempre que for necessário proporcionar serviços e comunicações adequadas, pode haver interesse local na formação de uma nova área.
Esta nova Estrutura de A. A. no Brasil, possibilita a Unidade não somente entre os órgãos de Serviços, como também os grupos que congregam esta área, colocando em prática a nossa Primeira Tradição, onde diz que é a qualidade mais preciosa da nossa Irmandade. Por isso, vamos abraçar esta causa tão sublime que é o amor incondicional com o qual deveríamos desenvolver pela nossa Irmandade e por aquele que ainda está sofrendo no campo do alcoolismo, uma vez que todos os esforços são desprendidos na tentativa de alcançarmos mais um sofredor, que é o nosso propósito primordial transmitir e levar a mensagem ao alcoólico que ainda sofre (Quinta Tradição).
Toda e qualquer forma organizacional da estrutura de A. A. no Brasil, visa tão somente colocar o nosso Termo de Responsabilidade em prática, assim sendo, dentro dessa estrutura, o nosso Décimo Segundo Passo é o serviço básico que a Irmandade oferece.
É dentro desse espírito de servir que elegemos os nossos membros para trabalhar na nova estrutura de A. A. do Brasil, no seu funcionamento efetivo, onde se revela uma sociedade sem organização, assinada apenas por esse espírito – uma verdadeira irmandade (nona Tradição).

(Fonte de Informação: Texto copilado do Relatório da XXXIX Conferência de Serviços Gerais – Página: 125)