Monthly Archives: Agosto 2015

REFLETINDO O MÊS DE JULHO

1 de JULHO

O MELHOR PARA HOJE

Os princípios expostos são guias para o progresso.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 81 ou p. 89

Tal como o escultor usa ferramentas diferentes para alcançar os efeitos desejados ao criar uma obra de arte, em Alcoólicos Anônimos os Doze Passos são usados para produzir resultados em minha própria vida. Não sou esmagado com os problemas da vida e nem a quantidade de trabalho que está por vir.
Me sinto confortado em saber que minha vida agora está nas mãos de meu Poder Superior, um mestre artífice que está moldando cada parte de minha vida numa única obra de arte.
Trabalhando meu programa posso me dar por satisfeito, sabendo que “fazendo o melhor que podemos, por hoje, estamos fazendo tudo o que Deus nos pede”.

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2 de JULHO

O CORAÇÃO DE UMA VERDADEIRA SOBRIEDADE

Verificamos não haver necessidade de que ninguém tenha dificuldade com a espiritualidade do programa. Boa vontade, honestidade e uma mente aberta são os elementos essenciais à recuperação. E são indispensáveis.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 194 ou p. 212

Sou bastante honesto para me aceitar como sou e deixar que isto seja o “eu” que deixo os outros ver? Tenho a boa vontade para ir a qualquer distância e fazer o que for necessário para manter-me sóbrio? Tenho a mente aberta para ouvir o que preciso ouvir, pensar o que preciso pensar, e sentir o que preciso sentir?
Se minha resposta a estas questões é “sim”, quer dizer que sei o suficiente sobre a espiritualidade do programa para manter-me sóbrio.
À medida que continuo a praticar os Doze Passos, caminho em direção ao coração da sobriedade verdadeira: serenidade comigo mesmo, com os outros e com Deus como eu O concebo.

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3 de JULHO

EXPERIÊNCIA: O MELHOR PROFESSOR

Sendo ainda inexperientes e havendo, só agora, entrado em contato consciente com Deus, não é provável que estejamos inspirados a todo instante.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 106 ou p. 115

Alguns dizem que a experiência é o melhor professor, mas eu acredito que a experiência é o único professor. Fui capaz de saber do amor de Deus por mim somente pela experiência de minha dependência desse amor. No início não estava seguro de Sua orientação em minha vida, mas agora vejo que, se estou confiante o bastante para pedir por Sua orientação, devo agir como se Ele a tenha fornecido. Frequentemente peço a Deus que me ajude a lembrar que Ele tem um caminho para mim.

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4 de JULHO

UMA FÉ NATURAL

…dentro de cada homem, mulher ou criança, jaz oculta a ideia fundamental de Deus. Poderá estar sombreada pela calamidade, pela pompa, pela adoração de outras coisas; porém, de uma forma ou de outra, está ali. Porque a fé em um Poder Superior a nós e as demonstrações milagrosas desse Poder nas vidas humanas, são fatos tão velhos como a própria humanidade.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 76 ou p. 83

Tenho visto as obra de um Deus invisível nos Grupos de A.A. por todo o país. Milagres de recuperação são evidentes em toda a parte. Agora acredito que Deus está nas reuniões e no meu coração. Hoje para mim, um antigo agnóstico, a fé é tão natural como respirar, comer e dormir. Os Doze Passos ajudaram a mudar a minha vida sob vários aspectos, porém nenhum é mais eficaz do que ter a consciência do meu Poder Superior.

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5 de JULHO

UMA NOVA DIREÇÃO

Nossos recursos humanos a serviço da vontade não eram suficientes; falhavam completamente… Cada dia é um dia em que devemos levar a visão da vontade de Deus a todas as nossas atividades.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 68, 104 ou p. 74, 114

Ouvi falar do alcoólico “sem força de vontade”, mas eu sou uma pessoa com uma das mais fortes vontades da terra! Agora sei que minha incrível força de vontade não é o bastante para salvar minha vida. Meu problema não é assunto de “força de vontade”, mas de direção. Quando, sem me diminuir, aceito honestamente minhas limitações e me volto para a orientação de Deus, então minhas piores faltas se convertem em meus maiores valores. Minha forte vontade, dirigida corretamente, me mantém trabalhando até que as promessas do programa tornam-se minha realidade diária.

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6 de JULHO

IDENTIFICANDO O MEDO

O principal estimulante para nossos defeitos tem sido o medo egocêntrico.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 68

Quando eu me sinto desconfortável, irritado ou deprimido, procuro o medo. Este “mal e corrosivo fio” é a raiz do meu sofrimento. Medo do fracasso; medo da opinião dos outros; medo dos danos e muitos outros medos. Encontrei um Poder Superior que não desejava que eu viva com medo e, como resultado, a experiência de A.A. em minha vida é liberdade e alegria.
Não estou disposto a viver com a multidão de defeitos de caráter que caracterizaram minha vida quando bebia. O Sétimo Passo é o meu veículo para a libertação destes defeitos. Rezo para ser ajudado a identificar o medo escondido nos defeitos e então peço a Deus para me libertar do medo.
Este método funciona para mim sem falhas e é um dos grandes milagres de minha vida em Alcoólicos Anônimos.

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7 de JULHO

… E LIVRANDO-SE DELE

…primeiramente o medo de que perderíamos algo que já possuíamos ou que não obteríamos algo que buscávamos. Vivendo numa base de exigências não atendidas, estávamos num estado de perturbação e frustração contínuas. Portanto, não teríamos paz a menos que pudéssemos encontrar um meio de reduzir estas exigências. A diferença entre uma exigência e um simples pedido é evidente para qualquer um.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 68

A paz é possível para mim somente quando me livro das expectativas. Quando estou preso em pensamentos sobre o que quero e o que devo receber, fico num estado de medo ou de antecipação ansiosa e isto não leva a sobriedade emocional. Preciso render-me sempre, à realidade de minha dependência de Deus, pois então encontro paz, gratidão e segurança espiritual

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8 de JULHO

UMA LIBERDADE SEMPRE CRESCENTE

É no Sétimo Passo que efetuamos a mudança em nossa atitude que nos permite, com a humildade servindo de guia, sair de dentro de nós mesmos em direção aos outros e a Deus.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 68

Quando finalmente pedi a Deus para remover estas coisas que me separavam Dele e da luz do Espírito, embarquei numa viagem mais gloriosa do que podia imaginar. Experimentei libertação destas características que me mantinham escondido em mim mesmo. Devido à humildade deste Passo, hoje me sinto limpo.
Sou especialmente consciente deste Passo porque agora sou útil a Deus e a meus companheiros. Sei que Ele me concedeu forças para cumprir Sua vontade e me preparou para qualquer pessoa ou coisa que possa surgir no meu caminho hoje. Estou realmente em Suas mãos e agradeço pela alegria de poder ser útil hoje.

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9 de JULHO

SOU UM INSTRUMENTO

“Humildemente rogamos a Ele que nos livre de nossas imperfeições.”

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 62

O assunto da humildade é um dos mais difíceis. Humildade não é pensar menos do que deveria de mim mesmo; humildade é reconhecer que eu faço bem certas coisas, é aceitar cortesmente um elogio.
Deus pode somente fazer para mim o que Ele pode fazer através de mim. Humildade é o resultado de saber que Deus é quem faz, não eu. Na luz desta percepção, como posso ter orgulho de minhas realizações? Sou um instrumento, e qualquer trabalho que pareça estar fazendo, está sendo feito por Deus através de mim. Peço a Deus diariamente que remova minhas imperfeições, para que possa mais livremente continuar meus assuntos de A.A. de “amor e serviço”.

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10 de JULHO

PARA A PAZ E A SERENIDADE

“… quando tivermos olhado alguns destes defeitos de frente, discutindo com outra pessoa a respeito deles, e estivermos dispostos a removê-los, nossa maneira de pensar a respeito da humildade começa a ter um sentido amplo.”

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 66

Quando surgem situações que destroem minha serenidade, a dor muitas vezes me leva a pedir a Deus a clareza para ver meu papel na situação. Admitindo minha impotência, humildemente peço por aceitação. Tento ver como meus defeitos de caráter contribuíram para a situação. Poderia ter sido mais paciente? Fui intolerante? Insisti em fazer da minha maneira? Estava assustado? À medida que meus defeitos são revelados, coloco a autoconfiança de lado e humildemente peço a Deus que remova minhas imperfeições. A situação pode não mudar, mas com a prática de exercitar a humildade, desfruto de paz e serenidade, que são os benefícios naturais por colocar minha confiança num Poder Superior a mim mesmo.

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11 de JULHO

UM MOMENTO DECISIVO

Um momento decisivo em nossas vidas chegou quando procuramos humildade como algo que realmente desejávamos, em vez de algo que precisávamos ter.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 67

Ou a maneira de viver de A.A. torna-se uma alegria ou eu volto para a escuridão e desespero do alcoolismo. A alegria acontece em minha vida quando minha atitude em relação a Deus e à humildade se tornam um desejo ao invés de uma carga. A escuridão de minha vida transforma-se em uma luz radiante, quando eu compreendo que ser verdadeiro e honesto ao fazer meu inventário, resulta em minha vida ficar plena de serenidade, liberdade e alegria.
A confiança em meu Poder Superior se aprofunda e o fluxo de gratidão se espalha através de mim. Estou convencido de que ser humilde é ser verdadeiro e honesto ao tratar comigo e com Deus. Então, humildade é algo que “realmente desejo”, ao invés de ser “uma coisa que devo ter”.

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12 de JULHO

ABANDONANDO O CENTRO DO PALCO

Pois, sem certas doses de humildade, nenhum alcoólico poderá permanecer sóbrio… Sem ela, não podem viver uma via de muita utilidade ou, com os contratempos, convocar a fé que se necessita para enfrentar qualquer emergência.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 62

Por que tanta resistência à palavra humildade? Eu não sou humilde ante outras pessoas, mas para Deus, como eu O entendo.Humildade significa “mostrar um respeito submisso” e ao ser humilde eu percebo que não sou o centro do universo. Quando bebia eu era consumido pelo orgulho e o egocentrismo. Sentia o mundo todo girar em torno de mim, que eu era o mestre do meu destino. A humildade me dá condições de depender mais de Deus para me ajudar a vencer os obstáculos e minhas próprias imperfeições, para que possa crescer espiritualmente. Preciso resolver mais problemas difíceis para aumentar minha competência e, quando encontro os obstáculos da vida, preciso aprender a superá-los com a ajuda de Deus.
Comunhão diária com Deus demonstra minha humildade, e me abastece com a compreensão de que um ser mais poderoso do que eu está disposto a me ajudar, se eu parar de tentar representar o papel de Deus.

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13 de JULHO

HUMILDADE É UMA DÁDIVA

Já que colocávamos a confiança própria em primeiro lugar, permanecia fora de cogitação uma autêntica fé num Poder Superior. Faltava esse ingrediente básico de toda a humildade, o desejo de solicitar e fazer a vontade de Deus.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 64

Quando vim pela primeira vez para A.A., desejava encontrar um pouco da ilusória qualidade chamada humildade. Não percebi que procurava por humildade porque pensava que poderia me ajudar a conseguir o que eu queria, e que eu faria qualquer coisa pelos outros se eu pensasse que Deus, de alguma forma, me recompensaria por isto. Agora tento me lembrar que as pessoas que encontro durante o meu dia estão tão próximas de Deus quanto eu poderia estar, enquanto estiver na terra. Preciso rezar para saber a vontade de Deus hoje e ver como minha experiência com a esperança e a dor pode ajudar outras pessoas; se posso fazer isto não preciso procurar a humildade, ela me encontrou.

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14 de JULHO

UM INGREDIENTE NUTRITIVO

Apesar de que a humildade houvesse anteriormente representado uma alimentação forçada, agora começa a significar o ingrediente nutritivo que pode nos trazer a serenidade.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 66

Quantas vezes me concentro em meus problemas e frustrações?
Quando estou tendo um “bom dia”, estes mesmos problemas diminuem em importância e minha preocupação com eles se reduz. Não seria melhor se encontrasse a chave para abrir “a mágica” de meus “dias bons” para usar no infortúnio dos meus “dias maus”?
Já tenho a solução! Ao invés de tentar fugir de minhas dores e desejar que meus problemas desapareçam, posso rezar pedindo a humildade! A humildade curará a dor, a humildade será tirada de mim mesmo. A humildade, esta força que me é concedida por esse “Poder Superior a mim mesmo”, é minha, basta pedir! A humildade devolverá o equilíbrio à minha vida. A humildade permitirá me aceitar alegremente como ser humano.

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15 de JULHO

ORGULHO

Há milhares de anos vimos querendo aumentar nossa parcela de segurança, prestígio e romance. Quando parecia que estávamos tendo êxito, bebíamos para viver sonhos ainda maiores. Quando estávamos frustrados, mesmo que pouco, bebíamos para esquecer. Nunca havia o suficiente daquilo que julgávamos querer.
Em todos esses esforços, muitos dos quais bem intencionados, ficamos paralisados pela nossa falta de humildade.
Havia-nos faltado a visão de que o aperfeiçoamento do caráter e os valores espirituais deveriam vir primeiro, e que as satisfações materiais não constituíam o propósito da vida.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 63

Repetidamente me aproximei do Sétimo Passo, somente para retroceder e me reorganizar. Faltava alguma coisa e me escapava o impacto do Passo. O que eu não havia visto direito? Uma palavra simples: lida mas ignorada, a base de todos os Passos, na verdade de todo o programa de Alcoólicos Anônimos – essa palavra é “humildemente”.
Entendi meus defeitos: constantemente adiava meu trabalho; ficava com raiva facilmente; sentia muita autopiedade; e pensava: por que eu? Então me lembrei: “o orgulho sempre vem antes da queda” e eliminei o orgulho e minha vida.

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16 de JULHO

“UMA MEDIDA DE HUMILDADE”

Em todos os casos, o sofrimento havia sido o preço de ingresso para uma nova vida. Porém, este valor de ingresso havia comprado mais do que esperávamos, trouxe uma medida de humildade que logo descobrimos ser um remédio para a dor.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 66

Foi doloroso deixar de tentar controlar minha vida, embora o sucesso me havia iludido e, quando a vida ficava muito difícil, eu bebia para escapar. Aceitar a vida em seus termos, é o que aprenderei através da humildade que experimento quando coloco minha vontade e minha vida aos cuidados de Deus, como eu O entendo.
Com minha vida aos cuidados de Deus, o medo, a incerteza e a raiva não são mais minhas respostas para aquelas situações da vida que eu preferiria não acontecessem para mim. A dor de viver esses momentos será curada pelo conhecimento de que recebi da força espiritual para sobreviver.

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17 de JULHO

RENDIÇÃO E AUTOCRÍTICA

Minha estabilidade proveio de tentar dar, não de exigir que me dessem.
É assim que eu penso que pode funcionar com a sobriedade emocional. Se olharmos cada distúrbio que temos, grande ou pequeno, encontraremos em sua raiz uma dependência doentia, e, em consequência, exigências doentias. Que possamos, com a ajuda de Deus, entregar continuamente nossas exigências aleijantes. Então nos poderá ser dada a liberdade para viver e amar; poderemos então fazer um Décimo Segundo Passo para nós mesmos e para os outros, em direção à sobriedade emocional.

A LINGUAGEM DO CORAÇÃO, p. 238 (orig.) ou p. 281 e 282

Anos de dependência do álcool, como um alterador químico de meu humor, tiraram-me a capacidade de interagir emocionalmente com meus companheiros. Pensava que tinha de ser autosuficiente, autoconfiante e automotivado num mundo de pessoas não confiáveis. No final perdi minha dignidade e fiquei dependente, sem qualquer capacidade para confiar em mim mesmo ou acreditar em qualquer outra coisa. Rendição e autoexame, enquanto compartilho com os que chegam, ajudam-me a pedir humildemente por socorro.

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18 de JULHO

GRATIDÃO PELO QUE TENHO

Durante este processo de aprendizagem a respeito de humildade, o resultado mais profundo de todos foi a mudança de nossa atitude sobre Deus.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 67

Hoje minhas preces consistem principalmente em dizer “obrigado” ao meu Poder Superior por minha sobriedade e pela maravilhosa generosidade de Deus, mas preciso também pedir ajuda e força para colocar em prática a Sua vontade na minha vida. Não preciso pedir a Deus a cada minuto para me socorrer de situações em que me coloco por não fazer a Sua vontade. Agora minha gratidão parece estar ligada diretamente à humildade. Enquanto tenho humildade para ser grato pelo que tenho, Deus continua me abastecendo.

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19 de JULHO

FALSO ORGULHO

Muitos de nós, que nos havíamos considerado religiosos, despertamos para as limitações desta atitude. Recusando colocar Deus em primeiro lugar, havíamos nos privado de Sua ajuda.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 67

Muitas noções falsas operam no falso orgulho. A necessidade de orientação para viver uma vida decente é satisfeita pela esperança experimentada na irmandade de A.A. Aqueles que trilharam este caminho por muitos anos, um dia de cada vez, dizem que uma vida centrada em Deus tem possibilidades ilimitadas para o crescimento pessoal. Sendo assim, muita esperança é transmitida pelos veteranos de A.A.
Agradeço ao meu Poder Superior por deixar-me saber que ele funciona através de outras pessoas, e agradeço a Ele por nossos servidores de confiança na Irmandade, que ajudam os novos membros a rejeitar falsos ideais e a adotar aqueles que levam à uma vida de compaixão e confiança. Os veteranos em A.A. desafiam os novos a “despertar-se” – assim eles podem “vir a acreditar”. Peço a Deus que me ajude em minha descrença.

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20 de JULHO

DEFEITOS REMOVIDOS

Porém, agora as palavras: “Sozinho nada sou, o Pai é quem faz”, começaram a adquirir um significado brilhante e animador.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 67

Quando coloco o Sétimo Passo em ação, devo lembrar que não há espaço para preencher. Eu não digo, “humildemente peço a Ele para (preencher o espaço) remover meus defeitos”.
Por anos eu preenchi o espaço imaginário com: “Ajuda-me!”. “Dá-me coragem para!” e com “Dá-me força!”, etc. O Passo diz simplesmente que Deus removerá meus defeitos. O único trabalho que devo fazer é “humildemente pedir”, o que, para mim significa pedir o conhecimento de que por mim mesmo não sou nada, o Pai é que “faz o trabalho”.

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21 de JULHO

UMA DÁDIVA SEM PREÇO

A esta altura com toda a probabilidade, já teremos adotado, de certo modo, medidas capazes de remover os obstáculos que mais nos prejudicam. Desfrutamos momentos em que sentimos algo parecido à verdadeira paz de espírito. Para aqueles de nós que, até então conheceram somente a excitação, a depressão ou a ansiedade – em outras palavras, para todos nós – esta nova paz conquistada é uma dádiva inestimável.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 66

Estou aprendendo a soltar-me e deixar Deus agir, a ter uma mente aberta e um coração disposto a receber a graça de Deus em todos os meus assuntos; desta maneira posso experimentar a paz e liberdade que vêm como resultado da minha entrega. Tem sido provado que um ato de entrega, original do desespero e da derrota, pode crescer num progressivo ato de fé e esta fé significa liberdade e vitória.

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22 de JULHO

“O BOM E O MAL”

“Meu Criador, agora estou pronto para entregar-me inteiramente, tanto o que tenho de bom como de mau”.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 96 ou p. 105

A alegria da vida está em dar. Ficar livre de minhas imperfeições para que possa mais livremente fazer meu serviço, permite que cresça em mim a humildade. Minhas imperfeições podem ser colocadas humildemente, ao cuidado amoroso de Deus para serem removidas. A essência do Sétimo Passo é a humildade e que a melhor maneira de buscá-la é poder dar tudo de mim para Deus, – o bom e o mau – para que Ele possa remover o mau e devolver-me o bom.

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23 de JULHO

PEÇO PARA DEUS DECIDIR

“Peço que removas de mim todo e qualquer defeito de caráter que me impeça de ser útil, a Ti e aos meus semelhantes.”

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 96 ou p. 105

Tenho admitido minha impotência e tomado a decisão de colocar minha vida e minha vontade sob os cuidados de Deus, como eu O concebo, não sou eu quem decide quais defeitos serão removidos, nem a ordem em que os defeitos serão removidos ou ainda a hora em que eles serão removidos. Peço a Deus que decida quais os defeitos que me impedem de ser útil a Ele e aos outros e então, humildemente, peço que os remova.

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24 de JULHO

AJUDANDO OS OUTROS

Nossas próprias vidas, como ex-bebedores-problema, dependem de nossa constante preocupação com o próximo e da maneira em que possamos ser-lhe úteis.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 43 ou p. 49 e 50

Meu problema era egocentrismo. Durante toda minha vida, as pessoas faziam as coisas para mim e eu, não somente esperava, como era ingrato e ficava ressentido por elas não fazerem mais. Por que deveria ajudar os outros, quando por suposição os outros é que deveriam me ajudar? Se os outros tinham problemas, eles não os mereciam?
Eu estava cheio de autopiedade, raiva e ressentimento. Então aprendi que ajudando os outros, sem pensar em retorno, podia vencer esta obsessão egoísta e, se eu entendesse a humildade, conheceria a paz e a serenidade. Já não preciso mais beber.

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25 de JULHO

AQUELES QUE AINDA SOFREM

Quanto a nós, se neglicenciarmos aqueles que ainda sofrem, nossas próprias vidas e segurança correrão riscos inomináveis.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 136
Eu conheço o tormento de beber compulsivamente para acalmar meus nervos e meus medos. Também conheço a dor do esforço para a sobriedade. Hoje eu não esqueço a pessoa desconhecida que sofre quieta, retirada e escondida no alívio desesperado da bebida. Peço ao meu Poder Superior para me dar a Sua orientação e a coragem para ter disposição de ser Seu instrumento para levar dentro de mim compaixão e ações altruístas. Que o Grupo continue a me dar força para fazer com os outros o que não posso fazer sozinho.

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26 de JULHO

O “VALOR” DA SOBRIEDADE

Todos os grupos de A.A. deverão ser absolutamente autosuficientes, rejeitando quaisquer doações de fora.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 144

Quando vou fazer compras eu vejo os preços e, se preciso do que vejo, eu compro e pago. Agora que estou em reabilitação, tenho que corrigir a minha vida.
Quando vou a uma reunião, tomo um café com açúcar e leite, algumas vezes até mais do que um. Mas, na hora que passa a sacola eu estou muito ocupado para tirar dinheiro do meu bolso ou não tenho o suficiente, mas estou ali porque necessito dessa reunião. Ouvi alguém sugerir que se colocasse na sacola o preço que custa uma cerveja e pensei: isto é demais! Quase nunca coloco o que devia. Como muitos outros, confio nos membros mais generosos para financiar a Irmandade. Esqueço que precisa-se de dinheiro para alugar a sala de reuniões, comprar leite, açúcar e copos. Pago, sem hesitação, o preço que é exigido por uma xícara de café, num restaurante, após a reunião; sempre tenho dinheiro para para isto. Assim, quanto vale minha sobriedade e minha paz interior?

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27 de JULHO

DAR LIVREMENTE

Faremos todos os sacrifícios pessoais necessários para assegurar a unidade de Alcoólicos Anônimos. Faremos isto porque aprendemos a amar a Deus e a nossos semelhantes.

A.A. ATINGE A MAIORIDADE, p. 209 ou p. 222

Ser autosuficiente através de minhas próprias contribuições nunca foi uma característica forte em mim durante os meus dias de alcoólico ativo. Dar tempo e dinheiro sempre exigia um preço rotulado.
Quando ingressei me falaram “Nós temos que dar para manter”. Quando comecei a adotar os princípios de Alcoólicos Anônimos em minha vida, descobri que era um privilégio dar para a Irmandade como expressão de gratidão que sentia em meu coração. Meu amor a Deus e às outras pessoas tornou-se o fator motivador em minha vida, sem pensar em retorno. Agora percebo que dar livremente é a maneira de Deus se expressar atavés de mim.

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28 de JULHO

AQUELES QUE AINDA SOFREM

Devemos resistir à orgulhosa ideia de que uma vez que Deus nos tem feito bem numa determinada área, estamos destinados a ser um meio de graça salvadora para todos.

A.A. ATINGE A MAIORIDADE, p. 208 ou p. 221

Os Grupos de A.A. existem para ajudar alcoólicos a alcançar a sobriedade. Grande ou pequeno, firmemente estabelecido ou recente, de temática, de discussão ou de estudo, cada Grupo tem apenas uma razão de ser: transmitir a mensagem para o alcoólico que ainda sofre. O Grupo existe para que o alcoólico possa encontrar uma nova maneira de vida, uma vida abundante em felicidade, alegria e liberdade. Para se recuperar, muitos alcoólicos precisam do apoio de um Grupo de outros alcoólicos que compartilham suas experiências, forças e esperanças. Logo, minha sobriedade e a sobrevivência de nosso programa dependem de minha determinação de colocar primeiro as primeiras coisas.

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29 de JULHO

DÁDIVAS ANÔNIMAS DE BONDADE

Como alcoólicos ativos estávamos sempre procurando um donativo de um ou de outro.

AS DOZE TRADIÇÕES ILUSTRADAS, p. 14.

O desafio da Sétima Tradição é um desafio pessoal, lembrando-me para compartilhar e dar de mim mesmo. Antes da sobriedade a única coisa que eu sempre sustentei foi o meu hábito de beber. Agora meus esforços são um sorriso, uma palavra amável e bondosa.
Vi que precisava carregar meu próprio peso e permitir aos meus novos amigos caminhar comigo porque, pela prática dos Doze Passos e das Doze Tradições, nunca havia tido algo tão bom.

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30 de JULHO

DEVOLVENDO

…encontrou algo mais valioso que o ouro… Pode não perceber, de início, que apenas tocou a superfície de uma mina infinita que só pagará dividendos se a explorar para o resto da vida e insistir em distribuir toda a produção.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 145 ou p. 157

Minha parte na Sétima Tradição significa muito mais do que apenas dar dinheiro para pagar o café. Significa ser aceito por mim mesmo, ao pertencer a um Grupo. Pela primeira vez posso ser responsável, porque tenho uma escolha. Posso aprender os princípios para resolver os problemas de minha vida diária participando nos serviços de A.A. Sendo autosuficiente, posso devolver a A.A. o que A.A. me deu! Devolver a A.A., não somente assegura minha sobriedade, mas me permite adquirir a garantia de que A.A. estará aqui para meus netos.

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31 de JULHO

UMA ORAÇÃO PARA TODAS AS ESTAÇÕES

“Concedei-nos, Senhor, a Serenidade necessária, para aceitar as coisas que não podemos modificar, Coragem para modificar aquelas que podemos, e Sabedoria para distinguir umas das outras.
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 112
O poder desta oração é irresistível na sua beleza simples, e comparável à Irmandade de A.A. Há ocasiões em que me sinto empacado enquanto a recito, mas se examino o motivo que está me aborrecendo, encontro a resposta ao meu problema. A primeira vez que isto aconteceu eu fiquei assustado, mas agora a uso como uma ferramenta valiosa. Aceitando a vida como ela é, ganho serenidade. Agindo, ganho coragem e agradeço a Deus pela capacidade de distinguir entre situações que posso decidir e aquelas que devo entregar a Deus.
Tudo que tenho agora é dádiva de Deus: minha vida, minha utilidade, meu contentamento e este programa. A serenidade me possibilita continuar caminhando.
Alcoólicos Anônimos é a maneira mais fácil e suave.

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GRUPOS FAMILIARES AL-ANON

“A.A. e Al-Anon são grandes demonstrações de amor de um ser humano por outro, de uma pessoa por outra. A alegria e a empatia sentidas em nossas reuniões estão além de qualquer descrição. Em nenhum outro lugar vi as pessoas desfrutarem tanto por estarem juntas…” (extraído do B7A /12 A Memórias de Lois/Primeiros passos do Al-Anon).
Bill W., disse na primeira Conferência de Serviços Mundiais de Al-Anon, em abril de 1961: “Muitos AAs tinham medo que vocês invadissem nosso clube exclusivo! O Al-Anon não só teve um sucesso fenomenal como sinto que ele é a coisa mais importante que aconteceu desde que A.A. começou” (extraído do Boletim Al-Anon – Informativo Nacional- número 73).
Os Grupos Familiares Al-Anon, uma associação de parentes e amigos de alcoólicos nasceu em maio de 1951, na cidade de New York, quando Lois W. e Anne B. abriram um escritório de serviço para responder aos anseios de muitos familiares de alcoólicos, que buscavam ajuda em Alcoólicos Anônimos . Em 1957, um grupo de adolescentes se juntaram para ajudar outros adolescentes, parentes de alcoólicos, e assim surgiu o Alateen, que é parte integrante do Al-Anon.
No Brasil, o Al-Anon teve início em dezembro de 1965, mas seu primeiro Grupo registrado no Escritório de Serviço Mundial (ESM) foi em 1966. Em 1972 registramos o primeiro Grupo Alateen do Brasil no ESM.
Nossos laços profundos de amizade e carinho estão presentes, tanto no Brasil como em todas as partes do mundo onde existam A.A. e Al-Anon. Participamos, como convidados, em todas as Convenções Internacionais de Alcoólicos Anônimos, desde 1955, em St. Louis, assim como nas Convenções Internacionais de Al-Anon, onde membros de Alcoólicos Anônimos são nossos convidados, desde a 1ª Convenção em Montreal, no ano de 1985.
No Brasil, esse caminhar juntos também se tornou uma tradição. O Al-Anon realizou o 1º Seminário Nacional, que mais tarde passou a ser denominado Conclave, em Belo Horizonte-MG no ano de 1978; O 2º Conclave Nacional de Al-Anon/Alateen foi realizado em 1980, na cidade de Porto Alegre-RS; Em 1981, aconteceu o 3º Conclave Nacional AL-Anon/Alateen em São Paulo-SP e em 1982, na cidade de Fortaleza-CE, o 4º Conclave Nacional Al-Anon/Alateen. Estabelecida uma Junta de Curadores e o Escritório de Serviços Gerais Al-Anon do Brasil em 1983, foram definidas a unidade do país e a consciência de uma estrutura nacional.
Nos dias 19, 20 e 21 de abril de 1984 acontecia a VIII Convenção Nacional de Alcoólicos Anônimos e a V Convenção Nacional de Al-Anon/Alateen, na cidade de Blumenau-SC com o tema “Unidade – experiência comum a serviço de todos”. A cidade estava se recuperando de uma grande enchente, mas os companheiros vinham com toda alegria abraçar a cada um de nós, e flores eram vistas nas jardineiras das casas e calçadas. Houve um passeio turístico pela cidade e arredores no domingo, após a programação.
Nos dias 27, 28 e 29 de março de 1986, a cidade de João Pessoa –PB, nos acolhia para realização da IX Convenção Nacional de Alcoólicos Anônimos e a VI Convenção Nacional de Al-Anon/Alateen, com o tema “Serviço é Amor”. Compartilhamos um jantar de confraternização na sexta-feira à noite, um baile no sábado à noite e um passeio turístico pela cidade no domingo, estreitando os laços entre as famílias presentes.
No ano de 1988, começando no dia 31 de março e encerrando no dia 2 de abril, acontecia a X Convenção de A.A. e a VII Convenção Nacional de Al-Anon/Alateen, na cidade de Curitiba-PR com o tema “Coragem para mudar”. Unindo A.A. e Al-Anon, houve um Momento Espiritual marcante, no espírito dos Doze Passos, terminando com um concerto maravilhoso de gaitas de boca, em frente à Capela Ecumênica.
Nos anos de 1990, 1992 e 1994, nas cidades de Belém-PA, Brasília-DF e Teresina-PI, os Grupos Familiares Al-Anon estiveram presentes como convidados de Alcoólicos Anônimos. Cada Área organizou um Encontro Al-Anon/Alateen, com programação em separado, compartilhando assim das XI, XII e XIII Convenção Nacional de Alcoólicos Anônimos.
O ano era 1997; uma grande comemoração no A.A. brasileiro: 50 anos salvando vidas. E o Rio de Janeiro, berço dessa festa, abriu os braços para realização da XIV Convenção Nacional de Alcoólicos Anônimos. O Escritório de Serviços Gerais Al-Anon (ESGA), convidado pelo anfitrião, aceitou participar desse belo momento. O tema geral foi “Compartilhando nossa essência” e assim, um auditório de 500 lugares permaneceu sempre cheio, um outro de 100 lugares recebia novos familiares em busca de ajuda, uma sala menor realizava reuniões de língua inglesa e espanhola. Contamos com membros de 23 Estados da Federação, além de companheiros dos seguintes países: Argentina, Chile, Uruguai, Estados Unidos, Portugal, Itália e Nicarágua. O trabalho foi desenvolvido em conjunto, desde a recepção até o encerramento.
Estávamos no século 21, o ano era 2000 e as datas: 23, 24 e 25 de junho. Em plena festa junina do Nordeste, a cidade de Salvador-BA recebeu a XV Convenção Nacional de Alcoólicos Anônimos e o Al-Anon participou como convidado com o tema “Unidade – nosso desafio no Terceiro Milênio”. Falando da abertura, uma companheira disse: “Havia aproximadamente 5000 pessoas, que hoje usufruem de uma qualidade de vida muito mais saudável, graças à programação de A.A. e Al-Anon” (extraído do Boletim AL-Anon-Informativo Nacional , número 78). Várias salas foram dedicadas para desenvolvimento dos temas do Al-Anon/Alateen, além de sala menor para realização de reuniões em língua espanhola e inglesa, projeção de filmes e exposição de peças do Arquivo Histórico que lembravam nossos momentos importantes.
Nos dias 17, 18 e 19 de abril de 2003 realizou-se em São Paulo-SP, a XVI Convenção Nacional de Alcoólicos Anônimos com participação do Al-Anon. Uma linda abertura no Ginásio do Ibirapuera, onde membros do A.A. e do Al-Anon receberam milhares de companheiros e convidados, vindos de todas as regiões do Brasil e do exterior. “O dilema do casamento com um alcoólico”, peça encenada por membros do Al-Anon/Alateen marcaram esse evento, assim como um “Túnel do tempo” que contava a história do Al-Anon, sempre unido com laços fortes e profundos a Alcoólicos Anônimos.
Nos dias 6, 7 e 8 de setembro de 2007 aconteceu a XVII Convenção Nacional de Alcoólicos Anônimos com a participação de Al-Anon, na cidade de Manaus-AM. Foi uma Convenção de muita garra, por parte de todos os membros envolvidos na prestação de serviço, tanto de A.A. como de Al-Anon, pois os Grupos eram poucos. No dia 7 de setembro houve uma homenagem ao dia da Pátria no Teatro Amazonas, que na ocasião, ficou lotado de membros das duas associações. Um momento de muita espiritualidade, ao se ouvir o Hino Nacional Brasileiro, sentindo que o Brasil estava unido em levar esperança aos alcoólicos e suas famílias.
Após cinco anos, foi a vez de Cuiabá-MT, sediar a XVIII Convenção Nacional de Alcoólicos Anônimos, também com participação dos Grupos Familiares Al-Anon, um evento que primou pela divulgação do programa de A.A. e do programa de Al-Anon/Alateen. Já na abertura, uma Reunião de Informação ao Público, que contou com aproximadamente 6.000 pessoas, que nem o calor de 50 graus afastou.
No Boletim AL-Anon – Informativo Nacional, de número 60, uma companheira narra:
“…presenciei em 1990 durante a II Convenção Internacional de Al-Anon e Alateen, em Seattle, o Al-Anon entregar a Mike Alexander Presidente da Junta de Custódios de A.A. uma placa contendo a “Declaração de Gratidão a Alcoólicos Anônimos” na qual a Conferência de Serviços Mundiais do Al-Anon expressa sua intenção de “recordar sempre as raízes do Al-Anon no inspirado programa de Alcoólicos Anônimos, pelo estímulo, orientação e apoio espiritual que iniciou com a formação dos Grupos Familiares Al-Anon e continua hoje através da cooperação permanente no mundo todo”. Respondendo, Mike Alexander lembra, que em 1969, de modo semelhante, A.A. reconheceu sua dívida de gratidão para com o Al-Anon, confirmando o relacionamento especial que existe entre os dois e reconhecendo a grande contribuição que o Al-Anon deu, ajudando os familiares de alcoólicos pelo mundo afora”.
No Brasil, uma tradução da Resolução de Gratidão apresentada ao A.A. por ocasião dos 50 anos do Al-Anon formalizada pela Conferência de Serviços Mundiais de 2001, . foi entregue em 27 de novembro de 2001, com muita alegria e satisfação, ao Secretário-Geral de Alcoólicos Anônimos pela Secretária-Geral, secretárias de Comitês e mais um membro do Al-Anon, expressando o vínculo especial entre Alcoólicos Anônimos e os Grupos Familiares Al-Anon.
Agora, já foram iniciados os preparativos para a XIX Convenção Nacional de Alcoólicos Anônimos com a participação do Al-Anon, em Maceió-AL. Uma Convenção que promete lutar com todos os instrumentos da comunicação para receber calorosamente e carinhosamente todas as caravanas, vindas de todos os cantos do país e do exterior, marcando a união entre esses dois maravilhosos programas : A.A- AL-Anon/Alateen, que vem recuperando vidas.
GRUPOS FAMILIARES AL-ANON

HISTÓRIA DAS CONVENÇÕES NACIONAIS

HISTÓRIA DAS CONVENÇÕES NACIONAIS
I Convenção – 1974 (Conclave de Carnaval) – São Paulo (SP):
Compareceram representantes (Delegados) de 09 Áreas: Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas, Paraná, Pernambuco, Pará, Ceará e Mato Grosso.
Estavam presentes, além de diversos companheiros, representantes de Al-Anon e o General Services Office de Nova York.
Os nove Delegados passaram a constituir o Conselho Nacional do CLAAB – Centro de Distribuição de Literatura de A.A. para o Brasil. Esse Conselho elegeu a Diretoria Executiva do CLAAB. A grande novidade foi a apresentação do primeiro A.A. padre do Brasil, o saudoso Pe. João. Vinte e oito companheiros assinaram a lista de presença, dos quais vinte e um já faleceram. Dentre os vinte e oito citados não se tem notícias de nenhuma recaída.
II Convenção – 1975 (II Conclave de Carnaval) – São Paulo (SP):
Eleva-se de 09 para 15 o número de Delegados, paralelamente à Convenção havia uma reunião de serviços, ou seja, uma reunião preparatória às futuras Conferências.
III Convenção – 1976 (III Conclave de Carnaval) – São Paulo (SP):
Organizou-se a Junta de Serviços Gerais, com o nome de Junta Nacional de Alcoólicos Anônimos do Brasil (advém daí a sigla JUNAAB). Decidiu-se enviar Delegados à World Services Meeting (Reunião de Serviços Mundial) com a finalidade principal de trazer subsídios para a organização da Conferência de Serviços Gerais. Também ficou decidido que a Conferência de Serviços Gerais seria realizada em 1977, em Recife (Pe), juntamente com o IV Conclave de Carnaval.
IV Convenção – 1977 (IV Conclave de Carnaval ) – Recife (PE):
Pela primeira vez eram apresentadas temáticas escritas com cópias distribuídas aos companheiros. Durante o Conclave, agora já com seu corpo de Delegados em número de 40, representando 20 Áreas, ficou decidido que o V Conclave teria lugar em Belo Horizonte (MG), juntamente com a II Conferência de Serviços Gerais e, em virtude do trânsito nas estradas na ocasião do Carnaval, foi a data transferida para a Semana Santa.
V Convenção – 1978 (V Conclave) – Belo Horizonte (MG):
Contamos com a presença do Dr. Jack Norris, então presidente da Junta de Serviços Gerais dos EE>UU e Canadá e sua esposa (ambos falecidos). Mato Grosso, em vésperas de ser dividido, levou um Delegado do Norte e outro do Sul, sob a mesma bandeira do Mato Grosso uno. Decidiu-se trocar o nome de conclave para convenção. Decidiu-se que as Convenções teriam lugar de 02 em 02 anos, devendo a seguinte realizar-se em Porto Alegre (RS), em 1980. As Conferências seriam nos anos ímpares realizadas em São Paulo, junto ao ESG e nos anos pares acompanhariam as Convenções.
VI Convenção – 1980 – (VI Conclave) – Porto Alegre (RS):
Foi uma ótima Convenção realizada no Plenário da Assembleia Legislativa do Rio Grande. Escolhida Fortaleza (Ce) como a sede da VII Convenção;
VII Convenção – 1982 – Fortaleza (CE):
Destacamos nessa Convenção, em primeiro lugar a presença de Davi Puerta da Colômbia e George Ifran do Uruguai, ambos Delegados à RSM por seus países, como convidados. Destacamos mais, a presença pessoal do Sr. Prefeito Municipal nas reuniões de abertura e encerramento da Convenção. Foram editados dois livros:SERVIÇO, O CORAÇÃO DE A.A.. (um relatório dos Delegados à 6ª R.S.M. e SERVIÇO – RESPONSABILIDADE DE TODOS, contendo todas as temáticas apresentadas na Convenção. Por outro lado, face a grande divulgação e a colocação do evento na agenda do Sr. Prefeito Municipal, a Convenção passou a ser, daí pór diante a maior arma de atração da Irmandade.
VIII Convenção – 1984 – Blumenau (SC):
Grande enchente do rio Itajaí, ocorrida nas vésperas do evento, impediu que a VIII Convenção tivesse o brilho esperado. Todavia o número de companheiros presentes manteve-se em elevação;
IX Convenção – 1986 – João Pessoa (PB):
A Convenção continua a atrair a presença de elevado número de companheiros e, pela primeira vez tivemos: Conferência, Convenção e temáticas todas concentradas na monumental Praça da Cultura. A festa dos 40 anos de A.A. no Brasil. A descoberta de uma ata de um Grupo dos primeiros tempos que teve o nome do Rio de Janeiro, permitiu que se esclarecesse a data correta do início de A.A. no Brasil. Nela estava registrado: “ Nossa próxima reunião (05 de setembro de 1950), coincidirá com o terceiro aniversário da chegada de A.A. no Brasil.”Isto motivou a organização de uma comemoração no intervalo das Convenções de João Pessoa (IX) e Curitiba (X). Foi organizada no Rio de Janeiro em um dia com reuniões diversas em unidades da Marinha do Brasil ( com prestimosa ajuda do então Capitão de Mar e Guerra, Dr. Laís Marques da Silva, que veio a ser nosso Custódio não Alcoólico e 2º presidente da JUNAAB). A coleta de fundos foi feita com a edição de um folheto: “Não me diga que não sou alcoólico”, originário de Cleveland e em uma época que era permitida a edição de folhetos fora do CLAAB. Os fundos permitiram pagar a ocupação do Maracanãzinho para a Reunião de Encerramento. Durante o evento foi lançada a 1ª edição do Manual de Serviço.
X Convenção – 1988 – Curitiba (PR):
A Convenção atinge o seu clímax. Local favorável na Universidade Federal do Paraná e a presença destacada da classe médica. Um marco muito importante na divulgação de A.A..
XI Convenção – 1990 – Belém (PA):
O Norte e o Nordeste brasileiros disseram presente à Convenção e diversas caravanas partiram das regiões Sudeste e Sul, assegurando um sucesso de público, atraído também pela curiosidade turística da região.
XII Convenção – 1992 – Brasília (DF):
Sendo a cidade situada no coração do país é um ponto eqüidistante de todo o território, facilitando a locomoção, também em razão de ônibus de carreira ancorarem naquela cidade, oriundos de todos os recantos da pátria.
XIII Convenção – 1994 – Teresina (PI):
Nenhuma novidade anotada, salvo o grande interesse despertado, trazendo um público aproximado de 3.000 companheiros.
XIV Convenção – 1997 – Rio de Janeiro (RJ):
Aproveitou-se para comemorar os 50 anos de A.A. no Brasil. Houve um intenso trabalho de divulgação, com apoio da mídia e com a disponibilidade de espaços adequados ao evento – O Maracanãzinho e o Rio Centro. Estima-se a presença de 15.000 pessoas.
XV Convenção – 2000 – Salvador (BA):
Quinto Centenário do Descobrimento do Brasil. A Bahia estava em festa e A.A. aproveitou a oportunidade para incorporar-se às comemorações obtendo enorme resultado, quer quanto a público, quer pela excelência das apresentações no moderno Centro de Convenções de Salvador.
XVI Convenção – 2003 – São Paulo (SP):
Aconteceu na Assembleia Legislativa e no Ginásio do Ibirapuera. Com 4.500 inscrições vendidas, estima-se que contou com a presença de mais ou menos 5.000 companheiros.
XVII Convenção – 2007 – Manaus (AM):
Mesmo considerando a distância e a inexistência de transportes além do fluvial e do aéreo (com alto custo) a Convenção foi realizada com sucesso. Contou com 4.000 presenças.
XVIII Convenção – 2012 – Cuiabá (MT):
Bom espaço físico num Centro de Convenções moderno. Foram vendidas 5.271 inscrições. Boas apresentações temáticas e grande envolvimento dos servidores locais que realizaram um excelente trabalho de apoio aos convencionais.
XIX Convenção – 2016 – Maceió (AL):
Estima-se que estarão presentes mais de 7.000 pessoas. Será realizada no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso em Maceió, nos dias 21, 22 e 23.04.2016.
(Fonte de pesquisa: Revista Vivência nº 132, 133 e 134) – CEC Nacional, novembro/2013
AMIGOS PARA SEMPRE

A CONVENÇÃO NACIONAL

A Convenção Nacional é custeada pelas inscrições antecipadas, contribuições de Grupos, companheiros e pela venda de literatura específica, que é o livro SOBRIEDADE EMOCIONAL – A PRÓXIMA FRONTEIRA, que está disponível em todos os ESLs do Brasil.
Pela Internet a contribuição pode ser feita por este Site da Convenção no menu Inscrição, é a opção indicada para os Grupos de A.A. ou os companheiros que desejarem colaborar e não irão estar presentes na Convenção, a contribuição adiantada favorece a quitação de compromissos financeiros assumidos na preparação do evento.
As outras formas de contribuição – depósito em conta-corrente ou aquisição de pastas nos ESLs – também são válidas.
Os depósitos podem ser feitos nas contas:
• Banco do Brasil S.A. Ag.: 0018-3 cta 74.655-1
• Banco do Brasil S.A. Ag.: 0478-2 cta 54.088-9
A pasta adquirida nos ESLs contém o seguinte material:
a. Folder com a programação do evento;
b. Crachá
c. Bloco para anotações;
d. Caneta.
Agradecemos a participação de todos, mesmo aqueles que não estarão presentes; pois a Convenção Nacional como nos referimos anteriormente, é uma confraternização espiritual que independente de nossa presença.

SOBRIEDADE EMOCIONAL A PRÓXIMA FRONTEIRA

Sobriedade Emocional a Próxima Fronteira
Em 1958, a Revista Grapevine publicou um artigo escrito pelo cofundador de A.A., Bill W., sobre os desafios que ele enfrentou tempos depois de ter parado de beber, ao longo da sua recuperação. O artigo – cujo nome é “A Próxima fronteira: Sobriedade Emocional” – descreve a descoberta de Bill, que sua luta contra depressão era decorrente das presunçosas dependências de outras pessoas e de circunstâncias externas.
Bill explica como ele encontrou paz de espírito deixando de lado suas expectativas e praticando o que ele chama de “amor altruísta” – um amor menos preocupado com o que se ganha e mais preocupado com o que se dá. Era, como ele explicou, a oração de São Francisco em ação.
Para alguns, a próxima fronteira na recuperação do alcoolismo pode ser soltar as imperfeições e dependências irreais; para outros, pode significar iluminar os defeitos de caráter que persistem ou o “E agora?”, mal-estar que pode afligir os mais antigos.
As histórias, neste livro, mostram que, quando temos o desejo de encontrar soluções é mais forte que o desejo de permanecer presos nos problemas, podemos soltar o medo, o egoísmo e o ressentimento, colocar de lado exigências egoístas, praticar o amor altruísta e nos tornarmos mais ligados a nosso Poder Superior, amigos, família e companheiros.
Este livro não representa uma definição conclusiva sobre sobriedade emocional.
Crescer em sobriedade tem significados diferentes para cada um de nós e a ideia de cada um pode mudar com o tempo. Mas uma coisa parece ser verdade: as recompensas por atingir a sobriedade emocional são serenidade, equilíbrio emocional e uma crescente alegria de viver
Este e o prefácio do livro “SOBRIEDADE EMOCIONAL – A PRÓXIMA FRONTEIRA” que estará disponível para aquisição a partir do dia 10 de Março de 2014, ao preço de R$ 24,90 (Vinte e Quatro Reais e Noventa Centavos)
Contamos com a colaboração de todos os companheiros e servidores no sentido de divulgar esse novo título que é a base de fortalecimento da organização de nossa XIX Convenção Nacional de A.A. – Maceió – AL.

VETERANOS EXPERIÊNCIAS INESQUECÍVEIS – NOVATOS ANSIEDADE

Veteranos relatam experiências inesquecíveis e novatos não escondem ansiedade.
É voz corrente e quase unânime na Irmandade: quem participa de uma Convenção jamais a esquece, volta com uma nova visão e espera poder participar de outras. É nesse clima de grande expectativa que estão os companheiros e companheiras alagoanos para receberem os visitantes de todo o Brasil e de outros países que estarão em na XIX Convenção Nacional de AA, com participação dos Grupos Familiares Al-Anon, entre os dias 21 a 23 de abril de 2016, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso. Veteranos de uma ou mais convenções, transmitem essa emoção àqueles que nunca participaram de uma. São essas experiências, vivências e expectativas que serão mostradas nos depoimentos e relatos que se seguem:
Nona vez
Sílvio M. completou em junho passado, 39 anos de sobriedade e continua indo com regularidade ao Grupo Alvorada, em Cuiabá.
‘Preciso estar nele’, resume Sílvio, com a simplicidade de quem já passou por todos os encargos na irmandade. É o membro mais antigo de AA hoje em Mato Grosso.
De 1974 até agora, participou de Convenções em Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo, Blumenau, Curitiba, Fortaleza, Brasília e Manaus. Para ele são experiências enriquecedoras no conhecimento da irmandade e no aprimoramento do programa. “É uma troca, conhecer novos, reencontrar os antigos, e aprimoramento de conhecimentos”, diz o experiente mentor.
Três momentos diferentes
Enio D, do Grupo Beira Rio de Cuiabá, já esteve em três convenções: Brasília (1992), Rio (1997) e Manaus (2007). Em cada uma delas momentos e expectativas diferentes. A Convenção de Brasília, segundo Enio, deu-lhe uma nova visão da irmandade. Embora já tivesse participado de alguns encontros estaduais e seminários regionais, ele não imaginava a grandiosidade de AA. “Na Convenção de Brasília percebi que AA não se resumia a alguns “gatos pingados”, que se reuniam em pequenos grupos quase isolados, mas sim uma grande Irmandade’.
A Convenção de 1997, no Rio de Janeiro, que marcou os 50 anos de AA no Brasil, foi na opinião de Enio mais ampla e carregada de espiritualidade nos seus temas e muito bem organizada, a partir da recepção às caravanas. Dois momentos que Enio D considera marcantes foram a palestra de veteranos e a reunião de propósitos especiais. Na de veteranos, o mais ‘novo’ tinha 35 anos de sobriedade; outro com 43. A reunião de Propósitos Especiais chamou atenção, pois mostrou a diversidade dos membros de AA. Até então a irmandade era vista por ele quase como um grupo só com a participação de homens e algumas raras companheiras.
A Convenção, realizada em Manaus em 2007, foi de ‘observação e busca de experiência’ para os companheiros de Mato Grosso, que iam organizar o próximo grande encontro. Praticamente toda a comissão que seria responsável pela Convenção de Cuiabá foi até a capital amazonense. ‘Lá pudemos observar como fazer uma convenção, colocar em prática os pontos positivos, que foram a maioria e evitar cometer alguns erros, que foram poucos’, conclui Enio.
Momento de aprendizado
Luiz M., do Grupo Coragem para Mudar de Maceió, ingressou em A.A. em junho de 1980 e participou das seguintes Convenções Nacionais: VII (Fortaleza), VIII (Blumenau), IX (João Pessoa), X (Curitiba), XII (Brasília), XIII (Teresina), XIV (Rio de Janeiro), XV (Salvador), XVI (São Paulo) e XVIII (Cuiabá). Gostaria de ter participado de todas que aconteceram entre os anos de 1982 a 2012, mas motivos alheios a sua vontade impediram-no de estar presente na XI (Belém) e na XVII (Manaus).
Considera esses momentos como uma grande oportunidade de aprendizado e crescimento espiritual. Aproveitou sua ida a Cuiabá, juntamente com vários companheiros de Maceió, para aprender com os companheiros cuiabanos. Saiu de lá enriquecido com tudo o que viu, com as orientações que recebeu e, por isso, na condição de Coordenador do CEC para a XIX Convenção de 2016 só tem palavras de agradecimento.
Espera de 25 anos
Djalma, do Grupo Reencontro do bairro Chã de Bebedouro, em Maceió, chegou a A.A. no ano de 1986 e participou de quatro Convenções Nacionais. Esses momentos para ele foram inesquecíveis. Conta que há 25 anos a Área 19 (Alagoas) sonha com a possibilidade de sediar um evento desse porte e agora, está feliz em ver que esse sonho está prestes a ser realizado. Integra o CEC Nacional como coordenador da Comissão de Apoio.
Grande expectativa
L.C.O. é uma companheirado Grupo Coragem para Mudar, com 05 anos de sobriedade que nunca participou de um grande evento de A.A., vejamos o seu relato: “É a primeira Convenção que irei participar. Minhas expectativas são de que encontre uma estrutura que nunca presenciei, com temas que nem imaginava que poderiam ser compartilhados. No dia de hoje acredito que entrar em contato comigo mesma através dos depoimentos de outros companheiros de A.A. na Convenção, permitirá um contato com meu Poder Superior de maneira única e inesquecível”